Posted by Vívian Freitas | 5 Comments
Rede social, mídia social e mídia digital
A essa altura do campeonato, este assunto já é um pouco batido. Mas acho sinceramente que ainda é muito relevante, já que com a maldita inclusão digital as coisas ficaram meio bagunçadas.
Ha um tempo travei uma rápida discussão com um profissional de mídias sociais. Tal discussão começou quando o indivíduo veio “se achando” por ter recebido convite para entrar no Brands Club. Pra quem não sabe, Brands Club é um clube privado de compras online que oferece descontos de até 70% em relação ao mercado. Eu nunca entendi muito bem a mecânica daquilo, já que na página principal diz que você precisa ser convidado para entrar no “clube”, mas se entrar pelo endereço oferecido pelos links patrocinados do Google você vai diretamente para a página de cadastro. O site diz que existe uma lista de espera para entrar, mas eu fiz minha conta na boa, entrei direto e quase comprei algo. Bem legal, vale a pena conferir a loja.
Enfim, o sujeito que estava se achando insistia que Brands Club era uma rede social. E eu insistia no contrário. Por quê?
A questão está no significado das coisas. Basicamente:
Rede social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si. Elas podem ser responsáveis pelo compartilhamento de idéias, informações e interesses. Na internet, as redes sociais são as relações interpessoais mediadas pelo computador, e acontecem através da interação social em busca da comunicação.
O termo “Mídia social” é usado para as redes sociais acontecendo no meio eletrônico, mas além de preceder o fenômeno da internet, trata-se da produção de conteúdo de muitos para muitos. Por isso é importante salientar que rede social é apenas um exemplo de mídia social. Segundo a Wikipédia, Andreas Kaplan e Michael Haenlein definem mídias sociais como “um grupo de aplicações para Internet construídas com base nos fundamentos ideológicos e tecnológicos da Web 2.0, e que permitem a criação e troca de Conteúdo Gerado pelo Utilizador“.
Já Mídia digital é a mídia eletrônica, ou meios de veiculação/comunicação eletrônicos baseados em tecnologia digital. Nisto incluem-se internet, celular, televisão digital, jogos eletrônicos, etc.
Em Maio, a RP @laisbueno twittou o seguinte:
Pensem comigo: No BC você loga, compra e desloga. É uma loja online. Não há relações interpessoais. Não há comunicação nem produção de conteúdo. É como se precisássemos logar na Americanas.com para ter acesso às promoções. Pode ser categorizada como parte da mídia digital, pois é um lugar pra se anunciar na internet, mas não mídia social.
Se formos aplicar o tweet da Laís Bueno neste caso, o BC não tem interação, então não tem o 2.0. É um site. Logo, não é uma rede social. Voilà.
Eu não sou nenhuma profissional do assunto, mas tenho visto muito esse tipo de confusão. As pessoas estão virando analistas de mídias sociais sem ao menos saberem o quê é o quê na internet. Com a popularizaçã do assunto, acho que é sempre bom voltar às raizes de vez enquando e estudarmos a base de tudo. Penso que só assim teremos uma construção sólida de conhecimento.
Esse é o meu ponto de vista, você gostaria de compartilhar o seu?
Beijos, pense comigo.
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Boas ações
Aí vai um pouco filosofia barata pra vocês.
Quando era menor, eu tinha uma regra para mim mesma: Eu devia fazer pelo menos um boa ação por dia. Deveria ser algo que ninguém me pediu pra fazer e, se possível, que ninguém visse.
Lembro-me de uma vez que vi uma senhora cair na calçada com suas compras - vááárias laranjas – e eu corri pra ajudá-la a se levantar, terminando com um “Deus te abençoe!“. Eu devia ter uns 14 anos, me senti “A” boa samaritana.
Com o tempo esse costume diário foi deixado para trás, parei de procurar oportunidades. Sei lá porque.
Ontem dormi a tarde toda, como manda o manual do desempregado (aliás, procuro estágio em mídias sociais!), e acabei perdendo o sono a noite. Depois de uma maratona de Glee, resolvi estudar para o exame de hoje (sim, deixei pra última hora). Às 0h30 meus olhos já estavam cansadíssimos de tanto ler no computador. Estava sem sono e sem ter o que fazer.
Foi nessa hora que me deu um ataque de Amélia e resolvi arrumar a casa. Arrumei a sala, meu quarto, a cozinha, tirei toalhas do varal e ainda deixei as coisas mais ou menos prontas para o café da manhã. Depois que minha mãe se mudou para São Paulo, sobrou tudo para o meu pai. Nada mais justo do que o ajudar, certo? Fiz tudo pensando em como ele ficaria feliz ao acordar e ver a casa arrumada, sem nenhum trabalho doméstico para fazer pela manhã.
1h40 fui pra cama. Fiquei até 3h mais ou menos rolando de um lado para o outro, viajando federal na maionese. Então lembrei deste episódio de Friends:
(Se quiser assistir com legenda em português: http://307.to/mMv)
Okay… Se formos pela linha de pensamento do Joey, os meus atos ontem a noite foram guiados pela minha necessidade de sentir-me bem comigo mesma? Digo, secretamente eu queria me sentir bem por ter feito bem a alguém. Pode ser.
Sou a primogênita de quatro filhos. Somos três meninas e um menino. É óbvio que o menino é o paparicado, principalmente pelo meu pai (que hoje é quem está mais presente em casa). Talvez eu tenha feito isso para mostrar pro meu pai que eu também sou importante? Ou talvez pra mostrar que sou mais merecedora de paparicos? Ou ainda para mostrar que posso cuidar de uma casa e ser responsável (explico: tô tentando convencer meus pais a me deixarem morar sozinha em sampa ano que vem)? Será que meu subconsciente queria expressar algo, uma necessidade de sentir-me bem? Todas as minhas boas ações foram feitas para massagear meu próprio ego? “De boas intenções o inferno está cheio“, dizem eles – eles quem? Você sabe… eles! O inimitável coletivo “eles“! (Tirado de Elizabethtown)
Mimimi! Só sei que estava muito cansada, mas sem sono e resolvi fazer algo de útil. Afinal, eu também moro nessa casa e não curto viver num chiqueiro.
Mas não posso deixar de refletir sobre. E então, existe boa ação genuinamente altruísta ou não?
Beijos, pense comigo :*
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Comercial – Sony 3D
Essa é pra quem curte propaganda.
A Sony fez alguns vídeos para divulgar sua TV 3D, que também está sendo muito divulgada nos jogos da Copa da África do Sul.
Um deles é este que segue, que conta com a participação de duas figuras famosas: Justin Timberlake e Peyton Manning (este último mais conhecido nos EUA, por ser jogador de futebol americano).
Agência: 180 Los Angeles, EUA
Diretores de Criação: Gavin Lester, Ari Weiss
Diretor de Arte: Matthew Woodhams-Roberts
Redator: Dave Horton
Vale destacar que na propaganda a atenção não se concentra nos famosos, mas na qualidade do produto e na forma como ele traz uma experiência sem igual para quem o utiliza, e que está transformando a forma de entretenimento como a conhecenmos. Bem vindo ao mundo 3D!
visto aqui.
Beijo, pense comigo :*
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