Semana passada estava eu a caçar conteúdo para twittar no perfil da agência, quando o coordenador de mídia me manda a seguinte notícia:
Anatel proíbe operadoras de enviar mensagens não solicitadas, diz MPF
Sem entrar em muitos detalhes sobre as estratégias digitais da empresa, digo apenas que não era bem o tipo de coisa que costumávamos publicar. Geralmente twittamos peças dos clientes ou coisas diretamente relacionadas a eles. Normas de cima.
Quando eu, Vívian, twitto alguma notícia, dificilmente escrevo algo muito fora do título dela e o link. Acho que a maioria faz assim, já que perfis pessoais não são canais de notícias (acabam, sim, passando dicas).
Então, acostumada com isso e com um clipping começado e quase na hora de ser terminado, mandei para o chefe esta humilde sugestão:
“Anatel proíbe operadoras de enviar mensagens não solicitadas – http://307.to/f2T”
A agência na qual trabalho não atua exatamente com mídias sociais, mas até que o chefe tá tentando entender dessas coisas.
Ele virou para mim e disse: “Eu não acho legal simplesmente repassar a notícia. Nós temos que interpretá-la.”. Foi aí que a ficha caiu.
Quando seguimos um perfil corporativo, esperamos que ele nos traga uma nova visão, mesmo que seja de um assunto já conhecido. Existem milhares de perfis twittando o mesmo link, mas o conteúdo do tweet que o acompanha faz toda a diferença. Isso porque na notícia quem fala é outra pessoa, e adicionar a sua idéia sobre o conteúdo da notícia traz diferencial e relevância ao tweet. Não que todas as pessoas estejam interessadas na sua opinião sobre algo… Mas afinal, elas te seguem, não é? Isso deve significar alguma coisa.
Penso que para um perfil corporativo isso seja essencial. Talvez esta seja uma das razões da importância do blog corporativo. Se a agência tem um blog, a notícia anunciada em um portal (por ex.) é interpretada e aplicada à realidade da empresa e dos que “flutuam” ao seu redor, e depois escreveriam lá a conclusão/visão sobre. O Twitter seria uam ferramenta para direcionar o leitor não para o portal, mas para a página da empresa.
Acabou que meu chefe, que não entende lá muita coisa de social media, me ensinou algo que de tão óbvio eu não tinha realizado: Ler, interpretar, entender e repassar o seu ponto de vista. Mesmo que seguido do link para o texto original.
As vezes um “O rodízio em São Paulo agora vai ser de barcos – link”é melhor do que um ”Chuvas atrapalham movimento nas ruas de São Paulo – link”.
Refiz o tweet, na verdade acabou virando três tweets, e ele aprovou.
E o resultado foi este:

Primeiro Tweet: “A partit de 1º de Maio, operadoras de telefonia móvel precisarão de permissão do cliente para mandar mensagens.”
Segundo Tweet: “Será o fim do SMS como ferramenta de Marketing?”
Terceiro Tweet: ” SMS: Agora quem manda é o usuário – http://307.to/f2T “
Vivendo e aprendendo, gentem…
Beijopensecomigo ;*
Concordo com a interpretação ou comentário sobre o assunto postado mas acredito quem postou antes ou gerou a matéria etc deva ser citado.
É pra isso que servem os RT´s não? As ferramentas tem essa função de justamente propagarmos a informação.
Sim, sim… mas é pra isso que colocamos os links seguindo os comentários, para o leitor (no caso o follower) ir direto à fonte.
“Vivendo e aprendendo…” [2]
O ponto de vista de quem repassa a notícia é fundamental.
Por mais que possa parecer algo simples e sem importância, um comentário diferente do postado no texto original pode ter muito destaque, desde que seja bem trabalhado.
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[url=http://www.percentdwn.com/]Ivan[/url]
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Thanks for passing by, Damian! :)
as vezes eu não gosto de tuitar porque muitas pessoas pensan:
-que pessoa doida olha o que ela(e) posto…
porisso eu não perco meu tempo com isso.
que acho rui to nem ai.
(shshshshsh)